Minha Casa, Minha Vida: escala histórica
Lançamento
O programa começou no segundo governo Lula.
Contratadas até 2016
Total histórico informado pelo Ministério das Cidades para 2009–2016.
Entregues até 2016
Unidades entregues até 31 de dezembro de 2016.
Retomada e aceleração recente
Em 2026, fontes oficiais do governo federal informaram que o novo Minha Casa, Minha Vida havia superado 2 milhões de moradias contratadas desde a retomada em 2023. O Ministério das Cidades mantém bases abertas para conferência dos empreendimentos e das unidades subsidiadas e financiadas.
Uma versão anterior desta página reproduzia uma tabela anual de 2023–2025 extraída de apresentação da Casa Civil. Em 28/08/2026, o arquivo oficial passou a exigir autenticação ao ser aberto. Para manter verificabilidade pública, a tabela detalhada foi retirada até que a mesma série esteja disponível em fonte oficial aberta e estável.
Uma unidade pode estar selecionada, contratada, em obra ou entregue. Somar categorias diferentes cria números falsamente impressionantes. O site usará sempre o estágio exato informado pela base.
Quantidade de casas não resolve sozinha a política urbana
Uma moradia adequada também depende de localização, transporte, saneamento, escolas, postos de saúde, segurança, qualidade construtiva e custo mensal compatível com a renda. Construir longe de emprego e serviços pode criar um problema urbano mesmo quando reduz déficit quantitativo.
Dados abertos para auditoria
O Ministério das Cidades mantém bases trimestrais com empreendimentos, unidades subsidiadas e financiadas. Isso permite que o projeto evolua de números nacionais para mapas por município, faixa de renda e estágio de obra.
O que ainda precisa melhorar
- atender prioritariamente famílias de menor renda;
- evitar segregação periférica;
- integrar habitação com saneamento e mobilidade;
- reduzir obras paralisadas e atrasos;
- medir qualidade e satisfação dos moradores;
- acompanhar déficit habitacional e ônus excessivo com aluguel.